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A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina
Hidrelétrica (UHE) Jirau, entregou para a Secretaria da Educação de Rondônia
(SEDUC) oito escolas nas Terras Indígenas (TIs) Igarapé Lage e Igarapé
Ribeirão, em Nova Mamoré e Guajará Mirim. Tais entregas atendem às
recomendações da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) em interface com o
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(IBAMA).
A UHE Jirau não impacta nenhuma Terra Indígena. A distância da Usina
até as Terras Indígenas Igarapé Lage e Igarapé Ribeirão, por exemplo, é de 130
quilômetros e 108 quilômetros, respectivamente. No entanto, a entrega das
escolas traz benefícios e cumpre com as ações estabelecidas no âmbito do
Programa de Apoio às Comunidades Indígenas, desenvolvido pela ESBR.
As escolas atenderão alunos do ensino fundamental e médio e foram
equipadas com laboratório de informática, cozinha, refeitório, além de
alojamentos para os professores. As construções fazem parte do Acordo de
Cooperação firmado entre a ESBR e a SEDUC, responsável pela educação
escolar indígena em Rondônia. Na maioria das aldeias, as antigas escolas eram
pequenas cabanas de palha construídas pelos próprios indígenas, onde em dias
de chuva ou muito calor não era possível ter aulas.
Segundo o Arquiteto da SEDUC, Clébio Ribeiro, os projetos arquitetônicos
foram elaborados com uma projeção de atendimento às TIs nos próximos dez
anos. “Todas as obras ficaram bem feitas, atendem à comunidade
tranquilamente, assim como os alojamentos atenderão aos professores que
trabalharão nas aldeias”, afirma.
Para o Cacique da Aldeia Linha 10, Abraão Uruwaram, é uma grande
alegria receber a obra. “A gente não imaginava ter uma escola assim na
Release
16 de outubro de 2018
comunidade. Nem todas as aldeias têm uma construção assim. Faltam palavras
para dizer como estou feliz. Agora é cuidar bem, porque é nosso”, diz Uruwaram.
O Coordenador Civil da ESBR, Claudiney Freitas, conta que a logística foi
um grande desafio para as construções, porque são locais de difícil acesso e
muitas vezes intrafegáveis em alguns períodos do ano, mas com muitos esforços
das equipes conseguimos entregar todas as obras dentro do prazo acordado. “É
uma satisfação muito grande contribuir com a implantação de obras tão
importantes para as crianças indígenas”, concluiu Claudiney.
A Analista de Socioeconomia da ESBR que acompanha o Programa de
Apoio às Comunidades Indígenas, Edielen Matos, destaca a importância destas
obras para o fortalecimento educacional. “É gratificante saber que a UHE Jirau
contribuiu com a educação das comunidades indígenas, considerando que uma
base educacional estruturada pode garantir um futuro melhor com reflexos no
resgate de valores étnicos, culturais e linguísticos”, conclui.

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Smartphones fabricados especificamente para games não são novidade e nunca foram tão populares assim, mas renderam uma série de bons dispositivos. A novidade agora é que a Samsung também vai entrar no ramo, tornando o segmento ainda mais competitivo para marcas como ASUS, Huawei, Razer e outras.

O celular para games da Samsung também traria uma bateria de 4 mil mAh para aguentar as maratonas de jogos

Ainda não sabemos nenhum detalhe maior sobre esse dispositivo, mas levando em conta rumores recentes sobre novos smartphones da Samsung, pode se tratar de um aparelho que vai usar processador Snapdragon 845 da Qualcomm e que levantou suspeitas de se tratar de um modelo da linha Galaxy A.

De cabeça nos jogos
Caso seja esse realmente esse dispositivo, podemos esperar um poderoso smartphone com 8 GB de memória RAM e um padrão de 128 GB de armazenamento interno, com possíveis opções para 64 GB e 256 GB. O celular para games da Samsung também traria uma bateria de 4 mil mAh para aguentar as maratonas de jogos, funcionaria com Android Oreo e teria um sistema de resfriamento similar ao do Galaxy Note 9.

Em termos de design, o dispositivo deve ser parecido com o estilo do Galaxy A7 ou A9, com corpo de vidro e alumínio e tela Infinity Display. É tudo o que se sabe sobre esse possível smartphone, que ainda não tem, obviamente, preço ou data de lançamento definidos, mas vale ficar de olho pelo que há por vir até o fim do ano.

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O automóvel foi criado na Alemanha no final do século XIX, desenvolvido e vendido em série por Henry Ford, e a partir daí propagou-se e dominou o mundo.

Existem hoje bilhões de automóveis andando pelas estradas todos os dias, e esses carros são fundamentais para as pessoas e as economias de todo o mundo. Entretanto, boa parte da poluição causada pelo ser humano, e, sobretudo quase toda a poluição que afeta a qualidade do ar nas grandes cidades, é causada pelos carros.

Os carros elétricos, híbridos, a álcool, hidrogénio entre outros são uma saída para o dilema da poluição que não necessita abrir mão do carro.

A Tesla é uma empresa criada por um dos principais empreendedores da atualidade, Elon Musk, com o intuito de revolucionar o mercado automóvel, investindo principalmente em carros elétricos.

Carro Elétrico Tesla Model 3
Carro Elétrico Tesla Model 3
Essa visão de futuro está finalmente dando resultados, pois a Tesla começa a ser uma ameaça real para os fabricantes tradicionais, passando inclusive, a gigante Mercedes-Benz no mercado norte-americano. Aqui você vai saber mais sobre como a Tesla superou as vendas da Mercedes-Benz.

A Tesla supera a Mercedes-Benz
Os números foram revelados pelo site Business Insider Austrália, que indica que a Mercedes-Benz, principal marca mundial no que se refere a carros de luxo, foi superada na América do Norte pela Tesla no terceiro trimestre de 2018.

ENQUANTO A MERCEDES VENDEU 66.542 CARROS NOS ESTADOS UNIDOS NO PERÍODO, A TESLA VENDEU 69.925.

A Tesla chegou ainda perto da BMW, que vendeu 71.679 veículos. A tendência é a de que a Tesla ultrapasse também a BMW ainda esse ano.

A tendência de crescimento coaduna-se com números importantes, como o recorde de carros produzidos pela empresa, nesse mesmo período.

A produção de carros da Tesla alcançou incríveis 80.000 unidades no terceiro trimestre de 2018, o que comprova que o crescimento é firme e gradual.

Isso comprova que os carros elétricos chegaram para ficar, e as empresas tradicionais devem acender o alerta vermelho, porque caso não consigam fazer de forma séria e total a transição para modelos sustentáveis, irão simplesmente desaparecer, pois nem o mundo, nem as pessoas, aceitam mais carros consumidores de combustíveis fósseis.

Caso elas desapareçam, outras empresas irão acabar surgindo, o que faz dos carros elétricos uma grande oportunidade de negócio para o século XXI.

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A cada dia mais pessoas estão preocupadas com o meio ambiente, pois, se continuar assim, daqui a alguns anos nosso planeta Terra ficará inabitável.

Um dos principais fatores que está acabando com o meio ambiente é a poluição do ar causada pelos escapamentos dos carros.

Buscando uma solução para que essa poluição diminua ou acabe de vez, grandes empresas e pessoas com inteligência privilegiada estão criando projetos que prometem ajudar muito o nosso ambiente. Entre os projetos que se destacam está a criação de carros elétricos que no futuro substituirão os carros que funcionam com combustíveis fósseis.

No mundo todo é possível encontrar pessoas que estão criando carros elétricos, inclusive, muitos brasileiros também estão nessa. Alguns brasileiros acabaram de criar um carro elétrico que poderá ser carregado na tomada de casa, assim como um celular.

Brasileiros lançam carro elétrico que pode ser carregado em casa
O Brasil terá um carro elétrico 100% nacional comercializado a preço popular entre os anos de 2019 e 2020. Essa é o que prevê uma startup de Santa Catarina desenvolvedora do veículo chamado Li.

Em entrevista à Sputnik Brasil, Érico Reis, diretor comercial da empresa Mobilis disse que o veículo pode ser carregado em casa e deve gerar uma economia de até R$ 15 mil por ano ao proprietário.

Érico Reis destacou que o veículo foi criado para andar na rua, para uso diário.

O Li é um carro projetado para ser utilizado na cidade e foi desenhado para não depender de uma infraestrutura de carregamento elétrico.

O CARRO CRIADO PELOS BRASILEIROS PODE SER CARREGADO EM QUALQUER TOMADA NA CASA DA PESSOA, MUITO PARECIDO A UM CELULAR.

O carro elétrico Li poderá gerar uma economia de R$ 12 mil a 15 mil por ano, se comparado a um veículo à combustão.

O carro elétrico criado pelos brasileiros já está sendo usado
Hoje, o carro elétrico Li é vendido para uso como veículo de vizinhança, para circulação em condomínios e indústrias, seu preço é de R$ 55 mil.

Carro Elétrico Brasileiro Mobilis LI
Carro Elétrico Brasileiro Mobilis LI
A versão do carro para utilizar nas vias urbanas ainda está aguardando a homologação do Ibama e do Contran. A companhia estima que cada unidade do carro elétrico para vias urbanas deverá custar em torno de R$ 65 mil e R$ 69 mil.

A estrutura do carro elétrico Li é a seguinte: 2,67 metros de comprimento e 1,59 de altura e capacidade para duas pessoas. O veículo ainda utiliza bateria de lítio, que faz com que o carro tenha maior autonomia se comparado a outros veículos parecidos importados da China e dos Estados Unidos.

Recomendamos: Os 10 carros elétricos com mais autonomia

O Li pode durar até mais de 10 anos, enquanto os demais carros importados duram no máximo 3 anos.

Carro elétrico criado por brasileiros traz inovação para seus usuários
O carro elétrico Li vem sendo desenvolvido há três anos pela startup, ele traz diversas inovações no que se refere à interface com o usuário do veículo.

O diretor da Mobilis afirmou que os motoristas darão partida nos carros por meio de um login.

Érico dos Reis disse: “Diferente de um veículo regular em que a pessoa dá a partida com uma chave mecânica, no nosso Li é um cartão FRD, no qual cada pessoa fará um login no veículo, que vai nos permitir saber as necessidades desse usuário, como ele está dirigindo e o perfil de uso”.

O diretor ainda disse que dessa forma, a empresa consegue saber o melhor momento de manutenção do carro. Sendo importante dizer que o carro elétrico Li ainda possui um sistema de manutenção online conectado com a fábrica.

Embora a empresa de Santa Catarina tenha criado um carro elétrico que possa ser carregado na tomada, ainda falta muito para que esse veículo agrada aos brasileiros, pois, ele é muito pequeno, o que dificulta a sua comercialização para pessoas que tenham famílias.

Sem falar que ele precisa de muitos itens para começar a ser comercializado livremente, como ter portas, pois, o projeto ainda não possui portas e isso é muito perigoso em ruas comuns.

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O que é energia sustentável?
A energia sustentável é a energia obtida a partir de recursos inesgotáveis. Por definição, a energia sustentável atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas necessidades.

As principais fontes de energia sustentável
Tecnologias de energia sustentável incluem energia hidroelétrica, energia solar, energia eólica, energia das ondas, a energia geotérmica, a bioenergia, a energia das marés e também as tecnologias destinadas a melhorar a eficiência energética.

Como a energia sustentável pode ajudar nas cidades?
As energias sustentáveis como eólica, solar, hidrelétrica e biomassa – oferecem benefícios substanciais para o nosso clima, a nossa saúde e a nossa economia:

a) Pouca ou nenhuma emissão de gases tóxicos e de aquecimento global
– As fontes de energia sustentável praticamente não emitem gases ou geram resíduos que fazem mal para a nossa saúde. Imagine uma cidade toda com carros elétricos? Como seria a qualidade do ar?!

b) Uma fonte de energia enorme e renovável
– Você sabia que somente o potencial de energia solar no Brasil, se fosse todo aproveitado, seria suficiente para gerar mais de 10 vezes a energia que todos nós consumimos! Sabendo que esta fonte de energia sustentável é renovada anualmente, teríamos energia para sempre sem nos preocuparmos nunca mais.

c) Autoprodução: a independência Energética
– Se você possui um gerador de energia solar em sua empresa ou casa, não precisa mais se preocupar com o preço da sua conta de luz. Você é um autoprodutor e conquistou a sua independência energética.

d) Uma rede de energia mais confiável e segura
– Fontes como a Solar ou Eólica são menos propensas a falhas em grande escala, porque elas são distribuídas e modulares. Os sistemas estão espalhados por uma grande área geográfica (como no telhado das casas ou empresas), de modo que um evento de tempo severo, como uma tempestade em um local específico, não vai cortar a energia para toda uma região.

Os prós e contras da energia sustentável

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Contra: Investimento inicial alto, similar ao valor de um carro usado;
Pró: Energia limpa, renovável e abundante a partir do sol
Pró: Alta durabilidade, dura mais de 25 anos;
Pró: Valoriza a sua casa ou marca de sua empresa;
Pró: Permite que você se torne independente energeticamente

Energia Eólica:
Contra: Locais de geração normalmente longes do ponto de consumo. Ex: Parque eólicos afastados de cidades.
Pró: Impacto ambiental mínimo, mas em áreas com aerogeradores alguns acidentes podem acontecer com pássaros.
Pró: Geração de empregos
Pró: Energia Limpa e renovável, proveniente da força dos ventos.
Pró: Preço da energia altamente competitivo

Energia Hidroelétrica:
Contra: Sazonal – quando chove pouco acaba a energia
Pró: Abundante no Brasil e não emite gases do efeito estufa
Pró: O reservatório de água de uma hidrelétrica serve como uma bateria. Armazena água para gerar energia quando é necessário.

Qual é a melhor forma de se utilizar as energias sustentáveis?
Resposta: Em combinação umas com as outras, diversificando a matriz energética. Já temos muitas usinas hidrelétricas e quando chove pouco acaba a energia, ou seja, somos altamente dependentes de chuvas. Se investirmos mais em energia solar e eólica podemos aproveitar estes períodos de secas para gerar a nossa energia com o sol ou o vento e economizar água. Desta forma seria possível equilibrar a balança energética brasileira minimizando ou extinguindo problemas de secas nos reservatórios ou grandes apagões.

A energia sustentável no mundo
Você sabia que:

Em 2012 a Organização das Nações Unidas – ONU elegeu 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, no mesmo ano que aconteceu a Rio+20.
De acordo com um estudo americano do ‘Brookings Institute’, a energia sustentável cria até 3 vezes mais empregos do que os combustíveis fósseis.
De acordo com o mesmo estudo, o salário das pessoas que trabalham com energia sustentável é, em média, 13% maior em relação a média nacional.
O setor de energia sustentável no Brasil está crescendo, em média, 20% ao ano. O de energia solar deve crescer por volta de 300% em 2016 e continuar um crescimento acelerado nas próximas décadas.

Incentivos ao uso da energia sustentável no Brasil
Como funciona o sistema de energia solar fotovoltaicaA ANEEL criou em 2012 a RN482/12 que regula o mercado de sistema de energia sustentável conectados na rede elétrica. Desta forma incentivando o uso dessas fontes no Brasil.

Basicamente a regulamentação normativa 482 de 2012 permite você trocar créditos de energia coma a rede da distribuidora, assim produzindo a sua própria energia elétrica e o excesso vira um crédito para ser utilizado em um dia que seu sistema produza pouca energia (como durante a noite que não tem sol ou em um dia que não tenha vento – no caso da eólica).

Este foi sem dúvida o maior e mais importante incentivo ao uso de energias sustentáveis no Brasil. Este sistema de “compensação de créditos” criado pela ANEEL baseia-se nos modelos internacionais utilizados na Europa, EUA, Austrália, Índia e Ásia como um todo.

Para saber mais sobre esta lei visite a nossa página sobre a Regulamentação dos Créditos de Energia e, para entender como funciona a autoprodução de energia em sua casa ou empresa, visite a nossa página Como Funciona o Sistema de Energia Solar Conectado na Rede Elétrica.

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O programa Brasília Solar, parceria da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), iniciou hoje (3) as aulas de instalação e de manutenção de placas fotovoltaicas para 150 alunos inscritos no Cadastro para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O objetivo é gerar mão de obra qualificada para atender a demanda do setor de energia renovável no Distrito Federal. Os alunos, que fazem parte do programa Fábrica Social, terão as aulas ministradas por professores do Senai.

Brasília - Cento e cinquenta jovens de famílias com renda per capita de até R$ 154, e inscritos no Cadastro para Programas Sociais do governo federal aprenderão a instalar e fazer a manutenção de Placas Fotovoltai
O alunos vão aprender a instalar e fazer a manutenção de placas fotovoltaicas, criadas para transformar energia solar em elétricaAntonio Cruz/ Agência Brasil

Segundo o subsecretário de Integração das Ações Sociais, da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Célio Silva, o curso é um gerador de empregos para atender uma demanda sustentável.

“O curso se insere no programa Fábrica Social como uma alternativa de produção para um segmento inovador que gera muitas oportunidades de emprego, 1 megawatt gera 120 novos empregos. O Brasília Solar tem a previsão de 60 megawatts nos próximos anos o que gera 7.200 empregos. As pessoas que conseguiremos formar nesses próximos três anos (450 alunos) é insuficiente para atender a essa demanda potencial que já existe”, disse.

Para Juarez Novaes, de 48 anos, o curso é uma oportunidade de ajudar o planeta e de ser inserido no mercado de trabalho, mas considera que falta divulgação. “É uma boa oportunidade, vai nos inserir no mercado e é sustentável. Procurei o curso principalmente por conta da sustentabilidade, acho importante essa contribuição com o planeta. Mas o curso tem que ser mais divulgado”, relata.

O curso tem 364 horas-aula divididas em 80 horas para habilidades básicas, envolvendo comunicação e expressão no ambiente de trabalho, matemática, noções da legislação trabalhista, direitos humanos e meio ambiente, higiene e segurança no trabalho e inclusão digital (word e excel); 200 horas para habilidades específicas; e 84 horas para noções de gestão e gerenciamento de negócios, envolvendo empreendedorismo, cooperativismo, benefícios do MEI – Microempreendedor Individual, planejamento, compra e venda.

Brasília - Senador Cristovam Buarque fala para os 150 jovens inscritos no Cadastro para Programas Sociais do governo federal. Eles aprenderão a instalar e fazer a manutenção de Placas Fotovoltaicas criadas para tran
O senador Cristovam Buarque fala para jovens inscritos Antonio Cruz/ Agência Brasil

Fábrica Social

O programa Fábrica Social oferece os cursos têxtil e confecção de material esportivo; instalação e manutenção de painéis solares; produção e cultivo de alimentos saudáveis em meio urbano; marcenaria com madeiras recicláveis e construção civil.

A inscrição no programa é feita por meio do telefone 156. Podem se inscrever para os cursos de capacitação moradores de Brasília inscritos no Cadastro Único para programas sociais do governo federal. É preciso ter no mínimo 16 anos de idade e renda familiar per capita de até R$ 154, além de nunca ter participado dos cursos oferecidos. Quando aberto, o processo seletivo destina 5% das vagas para pessoas com deficiência, 5% para idosos e 5% para adolescentes em conflito com a lei.

Edição: Maria Claudia

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Em menos de três meses a conta passou de R$ 1.120 para R$ 17,30.
Sistema foi instalado em uma casa de Nossa Senhora do Socorro.

No município de Nossa Senhora do Socorro, localizado na Grande Aracaju, o comerciante José Augusto Silva instalou um sistema fotovoltaico (energia solar), na mercearia da família e reduziu a conta de energia em 98,5%.

No mês de junho, o consumo gerou um pagamento de R$ 1.120,24, já na fatura que será paga no início de setembro  estão sendo cobrados apenas R$ 17,30.  “Estou muito satisfeito com a economia ao final do mês, além de economizar, ainda estou contribuindo com o meio ambiente, produzindo energia limpa”, conta José Augusto, que instalou o sistema em casa há menos de três meses.

Além de economizar, ainda estou contribuindo com o meio ambiente, produzindo energia limpa”
José Augusto, comerciante

O resultado foi atingido com a instalação de 40 placas no telhado do estabelecimento, capazes de gerar 2000 kWh/mês, que custaram no bolso do comerciante R$ 65 mil reais.  Valor alto? “Diante da economia que senti no bolso faria tudo outra vez”, declara o comerciante, que deverá ter o retorno do investimento em até cinco anos.

No município de Nossa Senhora do Socorro, o comércio é o único estabelecimento com um sistema de energia fotovoltaica.  “Meus vizinhos ficaram impressionados como essas placas ajudaram a reduzir a conta”, diz José Augusto.

O comerciante é um dos seis clientes cadastrados na distribuidora de energia elétrica no estado (Energisa), utilizando energia solar no sistema de compensação. Com isso, o excedente  em kWh produzido é repassado para a concessionária como forma de empréstimo gratuito e compensado na conta do cliente no mês posterior.

Execução do Projeto
O projeto foi o primeiro com essa dimensão instalado por uma empresa da capital sergipana, que há cerca de dois anos registra maior procura por este tipo de energia, mas o preço elevado do equipamento ainda é a maior barreira enfrentada pelos consumidores.

“Toda a cotação do equipamento é feita em dólar e ainda existe muita burocracia. Ainda assim, alguns comerciantes têm nos procurado com certa frequência”, afirma o empresário Fábio Veríssimo.

A redução do valor da conta de energia foi rápida (Foto: Fábio Veríssimo)Redução na conta foi rápida (Foto: Fábio Veríssimo)

O sistema mais simples que atualmente a loja dispõe funciona com seis placas capazes de gerar 1200 kWh/mês, a um custo entre R$ 10 mil e 12 mil reais. “O equipamento é ideal para uma residência como sistema monofásico que o consumidor paga entre R$ 250 e R$ 300 de conta por mês”, explica o engenheiro elétrico Volney Barreto.

Solicitação do sistema
Para instalar o sistema fotovoltaico é necessário ter um projeto analisado pela distribuidora de energia, além de contratar um profissional habilitado para desenvolver o projeto elétrico dentro das normas estabelecida por ela.

“O tempo de análise de projeto é de 15 dias para microgeração sem a necessidade de obras, 30 dias para microgeração com a necessidade de obra, 30 dias para minigeração sem a necessidade de obra e 60 dias para minigeração com a necessidade de obra”. Explica o assessor de comunicação da Energisa, André Brito.

Benefícios
Para os ambientalistas, além da economia no bolso do consumidor, a energia solar é limpa, renovável e traz inúmeros benefícios como a redução na emissão de CO2. Uma usina solar de 100MWp, por exemplo, é capaz de gerar energia para 20 mil casas e evitr o lançamento de 175 mil toneladas de CO2.

Eles também acreditam que se a energia solar fosse adotada pela maioria da população, seria desnecessário construções de usinas hidrelétricas, como a Belo Monte, no Pará, que inundou uma imensa área da floresta amazônica.

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Os investimentos em energia solar quadruplicaram nos últimos anos, mas ainda sofrem com a falta de incentivos e políticas públicas mais amigáveis.

Com seu crescimento quadruplicado nos dois últimos anos e 110 projetos de usinas fotovoltaicas em construção, o Brasil hoje tem 3.981 conexões de energia solar. Estes são sinais de um futuro com foco nas energias renováveis.

As capitais de Belém, Fortaleza, e Rio de Janeiro, Recife e Goiânia hoje têm o melhor retorno dos projetos de baixa tensão realizados em pequenos negócios, condomínios, hospitais, shopping centers e residências. Estima-se que em 2020 a energia solar será a forma mais barata de produzir eletricidade, este preço diminuirá em 60% até 2040.

Marcel Haratz, diretor da Comerc Solar, gestora de energia, acredita que é necessário apostar em energia limpa, renovável e que contribuirá com um desenvolvimento da indústria local. Para ele a energia fotovoltaica vive um boomno Brasil e no mundo, no entanto o domínio do mercado é uma estratégia de passos curtos. “A vantagem da energia solar frente a outras iniciativas sustentáveis tais como veículos elétricos é que não vamos mudar radicalmente as práticas existentes. A energia solar vem para agregar e com o decorrer dos anos se transformará na melhor alternativa econômica e ambiental” diz.

Entre as vantagens Haratz menciona a fácil instalação, o fato de ser uma energia renovável e abundante, a previsibilidade nos custos e a redução da dependência das distribuidoras locais. Outras alternativas são a durabilidade (de 20 a 25 anos nas placas) e a capacidade de chegar em áreas remotas.

O especialista considera como dificuldades o desconhecimento da tecnologia (fotovoltaica x aquecimento), financiamento dos projetos e o imediatismo da sociedade brasileira por mudanças.

Na visão de Haratz hoje não existe um apoio abrangente por parte do poder público, no entanto afirma que iniciativas como o Sistema de Compensação de Energia Elétrica com as Condições Gerais de Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010) já são um ótimo começo.

O Sistema entrou em vigor em março deste ano e permite o uso das fontes renováveis para a micro geração de energia. Quando a quantidade de energia gerada durante um mês for superior à consumida as pessoas recebem créditos que podem ser utilizados para diminuir o valor das faturas dos próximos meses.“O Brasil é um território muito rico para o mercado de energias renováveis, mas ainda falta conhecimento por parte da população. Consciência ambiental e educação” defende Haratz

No 2015 a energia solar representava 0,01% da matriz elétrica Brasileira, a Eólica 3,5% e de Gás Natural 12,9% segundo dados do Ministério de Minas e Energia.

A expectativa é que até 2024 a energia solar chegue a 8300 MW de capacidade instalada. Em 2050, 18% dos domicílios dever usar geração fotovoltaica (13% da demanda elétrica de todo o Brasil).

Mais empregos e energia renovável

A energia fotovoltaica é fonte de novos empregos no mercado. Dados da Agência Internacional de Energias Renováveis revelam que 8,1 milhões de pessoas fazem parte da indústria global de energia renovável e 2,8 milhões estão no setor de energia solar.

Os países líderes nesta modalidade são China, Brasil e Índia. Até 2018 o setor fotovoltaico vai gerar até 90 mil empregos.

“ O Brasil está atravessando uma crise econômica, mas a prioridade ainda é energia solar e outras renováveis. Isso terá um impacto na taxa de emprego se o país estabelecer uma cadeia de valor robusta no setor. Há muitas oportunidades para jovens engenheiros, trabalhadores experientes e especialistas” reforça Florian Wessendorf, diretor da Solar Promotion Internacional.

Contexto Internacional

Na feira Intersolar South América, que aconteceu em São Paulo do 23 ao 25 de agosto, palestrantes do mundo todo apresentaram em workshops a realidade do mercado de energia fotovoltaica em outros países.

Bruce Douglas, diretor de Operações da Solar Power em Europa, apresentouum estudo dos países que mais investem em energia solar no continente. Sendo estes Reino Unido (35% da produção), Alemanha (27%) e França com (13%).

O estudo revela que a energia solar na Europa tem suporte nas plataformas de energia solar britânica e que o autoconsumo é o maior incentivo para a geração distribuída. Porém a Europa está perdendo mercado frente a Ásia e América.

Frank Haugwitz, diretor da Ásia Europe Clean Energy, demonstrou que nos últimos anos o mercado asiático atravessou uma transformação radical em relação a energia renovável “Considero que teve muito a ver com a contaminação ambiental. Os governos e a população desacreditavam na energia solar e hoje tem um interesse muito forte na aplicação desta eles mudaram o pensamento” explica.

Para as empresas do setor nos próximos anos a China será o epicentro da energia solar incentivando a criação de políticas para desenvolver a produção doméstica em países como Índia, Vietnam, Indonésia, Paquistão e Irã.

Economias prósperas, crescente demanda de energia, processo de urbanização, sistemas de eletrificação rural e iniciativas de mudanças climáticas fazem parte do processo de desenvolvimento da economia solar nos próximos anos.

Por Katherine Rivas, da Envolverde

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Carbono pode se tornar moeda no mercado financeiro internacional

LONDRES E RIO – O mundo financeiro se prepara para uma nova era econômica: a do clima. Bancos centrais e instituições incluíram a mudança do clima nas equações que medem os riscos para a estabilidade financeira global. O histórico acordo de combate ao aquecimento global firmado por 195 países no fim de 2015 em Paris abriu as portas para o que pode se tornar um Bretton Woods verde, com permissão para que o carbono se torne moeda de troca num futuro próximo. Esta é uma das interpretações do artigo 117, que fala no “valor social e econômico das ações de mitigação”. Bretton Woods é a cidade americana que recebeu, em 1944, representantes de mais de 40 nações para firmar acordo monetário e financeiro que serviria como parâmetro para a economia após a Segunda Guerra Mundial. O acordo definiu o dólar como moeda de referência internacional com valor atrelado ao ouro.

Enquanto se busca dar um preço para a captura de carbono, o mercado de green bonds, os títulos verdes, avança. São papéis que financiam empresas que investem em tecnologias de baixa emissão e reduzem o consumo de água, energia e matérias-primas. Os papéis verdes têm potencial de movimentar US$ 100 trilhões, de acordo com estimativa da Climate Bonds Initiative, organização sem fins lucrativos inglesa. Ela tomou como base declarações públicas de gestores que movimentam US$ 45 trilhões e deslocariam recursos a projetos sustentáveis. A organização considerou nas projeções a demanda por esses títulos, sempre maior que o montante oferecido no mercado. Em 2015, foram emitidos US$ 41,84 bilhões desses papéis, 14%a mais que em 2014.

— É um mercado crescente. Muitas das emissões de green bonds tiveram mais interesse por parte dos investidores do que originalmente pensado — disse Annelise Vendramini, coordenadora do Programa de Finanças Sustentáveis da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo.

Foi o que aconteceu com a BRF, dona de marcas como Sadia e Perdigão. Ela ofereceu ao mercado europeu € 500 milhões em títulos verdes, com prazo de sete anos e juros de 2,82% ao ano. A procura pelos papéis foi mais de quatro vezes maior. A empresa poderia ter captado € 2,3 bilhões se atendesse a toda a demanda. Foi a única brasileira a emitir green bonds, selo que garante a gestão sustentável.

— Queríamos dar transparência e visibilidade para o mercado do que já está implícito dentro da companhia. Tivemos o benefício da diversificação. A BRF já é conhecida no mercado de dólares — afirmou Elcio Ito, diretor de Finanças.

Segundo o secretário de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Klink, os green bonds são tema recorrente no ministério.

— A discussão está no Meio Ambiente, na Fazenda, no BNDES, na Febraban (Federação Brasileira dos Bancos). Discutimos também debêntures (títulos de dívida).

O economista francês Jean Charles Hoularde diz que as empresas que reduzirem emissões podem emitir certificados, que poderiam usar para pagar financiamentos ou vendê-los no mercado:

— Fundos de pensão podem comprar esses papéis para investir, assim como o cidadão comum, no lugar de aplicar na poupança.

Uma força-tarefa acaba de ser criada para desenvolver critérios e indicadores sobre riscos financeiros relacionados ao clima. O anúncio foi feito por Mark Carney, presidente do Banco da Inglaterra, o BC britânico, e do Financial Stability Board (FSB). É o primeiro passo para a criação de um sistema universal de dados. O assunto está na agenda dos bancos centrais, do Brasil inclusive. Para isso, é preciso existir regulamentação internacional.

— Seriam muitos trilhões de dólares para financiar projetos. Seria uma nova moeda, como já foi o padrão ouro no passado — afirmou o ex-deputado Alfredo Sirkis, diretor do Centro Brasil no Clima, que participou de debate sobre o tema na COP21.

Isso explica a presença de mais de cinco mil bancos e companhias em Paris. Dados do banco BNY Mellon indicam que, nos últimos três anos, a movimentação de ativos para energia, clima e ações sociais chegou a US$ 2,8 trilhões. O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável, Adnan Amin, passou a conferência em campanha por um marco regulatório global. Ele quer que os recursos que serão depositados no Fundo do Clima sejam usados como garantia aos patrocinadores dos projetos. Segundo a agência, os investimentos em energias renováveis somaram US$ 240 bilhões em 2014, 14% a mais que em 2013:

— Não quer dizer que o dinheiro será usado. Mas vai reduzir os juros e estimular retornos milionários.

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Em Brasília, a ideia de criar regras para um mercado de certificados do chamado carbono positivo, ou seja, da redução das emissões enfrentou resistências de técnicos da Fazenda. Uma das premissas para estimular o mercado é que os governos deem garantias para os papéis emitidos. Os técnicos avaliam que isso elevaria a dívida pública.

Segundo Mário Sérgio Vasconcelos, diretor de Relações Institucionais da Febraban, a meta brasileira de reduzir as emissões de carbono em 37% até 2025 vai mudar a dinâmica da economia:

— Serão necessários investimentos privados ou títulos emitidos por empresas para alcançar uma economia de baixo carbono, com menos uso de energias fósseis, eficiência no uso da água. Vai exigir tempo e investimento.

Vasconcelos diz que projetos de economia verde vêm ganhando espaço na carteira dos dez maiores bancos brasileiros. Em 2014, 9,6% dos financiamentos foram para projetos de energias renováveis. Em 2013, a parcela era de 8,8%. Recursos para atividades poluentes ainda dominam: representavam 33,2% em 2014 contra 33,5% em 2013.

— Se todos os países cumprirem suas metas para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, o Brasil será o segundo país com a menor emissão do mundo em 2030 — disse Vasconcelos, que articula com o governo e empresários instrumentos financeiros para fazer frente às metas brasileiras, que incluem o reflorestamento de 12 milhões de hectares de áreas degradadas até 2030.

Para o ex-ministro do Meio Ambiente da França Pascal Canfin, o sistema financeiro se prepara para o que pode ser a maior mudança desde a Segunda Guerra Mundial. Responsável pelo relatório encomendado pelo presidente François Hollande para buscar fontes de financiamento, Canfin diz que empresas e bancos que não correrem, ficarão para trás. No relatório, ele diz que governos e bancos de desenvolvimento — e cita o BNDES — devem guiar o movimento com novos produtos financeiros.

Canfin defende a criação de uma taxa do clima. A ideia, que foi abraçada por dez países e deve se tornar diretiva apresentada pela Comissão Europeia em junho, é taxar operações financeiras em 0,01%. Estima-se arrecadação de € 10 bilhões a € 15 bilhões. A taxa seria cobrada de qualquer empresa com sede ou filial nos países que firmarem acordo.

No Brasil, o governo subsidia crédito. Há cerca de cinco anos, são destinados anualmente R$ 4,5 bilhões ao Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e a projetos integrados de agricultura, pecuária e reflorestamento — uma das metas brasileiras é aumentar em cinco milhões de hectares as áreas integradas. Annelise, da FGV, diz que só 60% são tomados por agricultores, diante da mudança de gestão que o programa impõe:

— O programa é inovador, incluindo toda a cadeia. O setor será afetado pelas mudanças climáticas, é necessário buscar nova fronteira de produtividade ligada ao baixo carbono.

A Cocamar Cooperativa Agroindustrial, de Maringá, no Paraná, integra lavoura de soja, pecuária e floresta desde 1997.

— Quase ninguém vinha nas palestras. De três anos para cá, são 200, 300 produtores. Quem não fizer assim (manejo integrado), principalmente na nossa região, que tem solo arenoso e degradado, verá a produção cair — diz Luiz Lourenço, presidente da Cocamar.

A produtividade da pecuária é multiplicada por dez, diz ele. No Noroeste do Paraná, onde está a Cocamar, são produzidas três arrobas de carne por hectare, com a integração, o número sobe para 30 arrobas:

— A área de produção rural no sistema é pequena, mas está avançando rápido. Quem está fazendo está ganhando dinheiro.

A implantação do Código Florestal é outra frente. Os produtores têm até maio para apresentar o cadastro rural ambiental. Segundo Vasconcelos, o que se estuda é criar cota de reserva, quem tem excesso legal emite cota para quem tem déficit.

Para Gustavo Diniz Junqueira, presidente da Sociedade Rural Brasileira, o agronegócio está no centro da estratégia brasileira para cumprir os compromissos assumidos em Paris:

— Temos que ter mais produtividade, mais proteção ambiental e isso demanda operar com satélites, drones, ter uma agricultura de precisão. Não se pode mais pensar em pegar o dinheiro no BB (Banco do Brasil), plantar, cuidar, colher, vender e pagar. Serão duas a três safras por ano, integradas com pecuária intensiva, tem que incluir floresta no manejo. A meta é que todo sistema migrasse para esse modelo de financiamento de baixo carbono.

Israel Klabin, presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável, avalia que o setor privado está se acostumando ao novo cenário:

— O setor privado tem que estar na frente e reinventar seu modelo. Essa é a vantagem do Cadastro Ambiental Rural. A implementação é totalmente privada com aliança profunda com o governo.